Carol Barcellos autografa seu livro ‘Quebrando limites’ na Bienal do Livro em São Paulo, neste sábado (3/9)

A jornalista Carol Barcellos autografa neste sábado (3/9) o livro “Quebrando limites”, da editora Planeta, no estande da Americanas na Bienal do Livro, a partir das 15h. Pelas páginas 160 páginas de seu primeiro livro, com preço sugerido de R$ 29,90, Carol conta as experiências e os bastidores dos dois programas _ “Fôlego máximo” e “Planeta extremo”, ambos da Rede Globo _, que testaram suas limitações físicas e mentais para superar uma ultramaratona no deserto do Atacama, subir em árvores de 100 metros de altura, entrar em cavernas profundas no interior da China, correr no Polo Norte e vivenciar um dos piores terremotos no Nepal, na região do Himalaia.

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A partir desses desafios, Carol, que nunca foi atleta, conta como aprendeu a superar o medo e a ultrapassar seus  limites. Como nunca foi atleta, ela explica o que é preciso para sair da zona de conforto e encarar os desafios – no esporte, no trabalho, em todos os momentos da vida. Disciplina, motivação, fé, determinação, leveza e trabalho em equipe são alguns dos itens imprescindíveis. Ricamente ilustrado e com frases inspiradoras, este livro traz uma mensagem de incentivo e de coragem para todos. Há também parte de sua planilha de treinamento, preparada pelo treinador Marcos Dantas, para os 250km de uma ultramaratona no Deserto do Atacama. o mais seco do mundo.

“Esse livro representa mais um desafio… Dos grandes”, afirma Carol, que levou um ano para escrever “Quebrando limites”, ao Blog do Iúri Totti. “Foi legal mostrar o caminho pra chegar até o resultado final que as pessoas viram na TV. Fala de como foi para chegar lá. Aquele dia a dia, sem glamour.”

Ela explica o que é preciso para sair da zona de conforto e encarar os desafios no esporte, no trabalho, em todos os momentos da vida. Disciplina, motivação, fé, determinação, leveza e trabalho em equipe são alguns dos itens imprescindíveis.

“O que eu sempre pensava quando um desafio começava é que tinha tido um custo muito alto para estar ali. Eu tinha feito muita coisa, mas também tinha deixado de fazer muitas outras para estar ali. Então, sempre que eu entrava, pensava: ‘Isso vai valer a pena'”, afirmou Carol ao site Globoesporte.com. “No Atacama, lembro que a gente ficou muito mal e eu falava: ‘Eu vou chegar rastejando, mas eu vou chegar’. Percebi com o tempo que quando você se dedica, trabalha e busca aquilo, no caso quando você treina, as coisas acontecem. Mas você nunca tem a certeza. Saí do Polo Norte pensando: ‘Caramba, consegui. Mas agora eu vou escalar uma árvore gigante’. É outra história. A conquista passada não dá garantias de nada. Eu apenas fico mais consciente do que eu preciso fazer para chegar. Lembro que o Bernardinho (treinador da seleção masculina de vôlei) falava isso, ninguém vive de conquista passada.”

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