Bicampeão da Mizuno Uphill Marathon, Marcelo Rocha fecha Maratona de Amsterdã em 2h34m15s, na 48ª posição

Por ter vencido a terceira edição da Mizuno Uphill Marathon no ano passado, o paulista Marcelo Rocha ganhou, com um dos prêmios da marca patrocinadora da prova da Serra do Rio do Rastro, uma viagem para a Holanda para participar da Maratona de Amsterdã, neste domingo. E ele, que conquistou novamente a Uphill deste ano, foi lá e fez bonito hoje (16/10). Com o tempo de 2h34m15s, o carteiro de Adamantina, no interior de São Paulo, terminou na 48ª colocação. O vencedor e novo recordista da prova foi o queniano Daniel Wanjiru, com 2h05m21s, superando a marcado compatriota Wilson Chebet, em 2013, com 2h05m36s.

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Marcelo Rocha comemora o bicampeonato na Mizuno Uphill Marathon

Rocha trabalha como entregador de correspondências e se define como ‘caipira’. Após o expediente, troca o uniforme profissional pelo de corredor e faz o seu treinamento diário. Em 2015, aos 42 anos, contou com a ajuda de um amigo para se inscrever e disputar a Mizuno Uphill Marathon de 2015, marcou o seu retorno às maratonas.

Com o tempo de 3h12m11s em 2015 (este ano marcou 3h17m30s), tornou-se campeão e recordista da prova de 42K e ganhou a participação na Maratona de Amsterdã como prêmio. Com mais de 700 provas no currículo, superou os obstáculos e, agora, realizou um sonho.

“Eu sempre sonhei em correr uma maratona oficial no exterior. Eu sabia que, para alcançar isso, teria de ser por uma conquista muito, muito difícil. E ela veio com a Uphill. Eu agarrei a chance com unhas e dentes. Jamais desisti de lutar e, agora, estou realizando um sonho”, diz Rocha, antes de embarcar para Amsterdã, na última quinta-feira (13/10). “Minhas expectativas são as melhores possíveis. Trata-se de uma maratona bem veloz. Por isso, tenho de aproveitar cada detalhe da prova e da viagem. É uma experiência ímpar. Estou ansioso para fazer bonito e conhecer lugares e pessoas novas”.

Marcelo Rocha já teve experiência no exterior. Em 1991, foi para a Bélgica correr um cross mundial. Após 25 anos, mais preparado e focado, destaca a importância da corrida durante a sua trajetória de vida e o orgulho de representar o Brasil na Maratona de Amsterdã.

“Sempre sonhei com algumas maratonas, mas jamais imaginei estar indo para uma delas. A corrida faz parte de mim e quero servir de exemplo para as pessoas. A persistência vale a pena. Meus filhos se orgulham de mim, e espero que eles possam lutar para realizar os sonhos deles. E sou eternamente grato a Mizuno por me ajudar neste sonho”, conclui.

 

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